Em King of Tokyo somos monstros gigantes, com o único intuito de dominar nosso território, Tokyo.
Para isso devemos derrotar a concorrência.
O jogo usa dados personalizados, que devem ser gerenciados, de modo a podermos atacar, curar, fazer pontos de vitória e acumular energia ara compra de upgrades.
O jogador em Tokyo ataca todos na mesa, mas também é atacado por todos, ao fim de cada turno ele pode escolher se continua ou se sai da cidade, aquele que lhe deu dano, assume seu lugar.
Quem atingir 20 pontos de vitória, vence o jogo.
Os monstros são meramente estéticos, não variando entre si, o que muda é as cartas de habilidade que cada jogador adquire.
Não é ruim jogar com a caixa base, mas caso queiram mais variedade, há uma expansão que adiciona decks próprios para cada monstro, o que aumenta e muito o fator estratégico.(King of Tokyo Power up)
A arte do jogo é belíssima, com um visual cartunesco que combina com o tema, algo que também chama a atenção, são os dados personalizados, que são bem maiores que os dados comuns, o que da certa sensação de poder ao jogá-los.
A interação entre os jogadores é constante, numa turno todos unidos contra o Gorila gigante invadindo a cidade, no outro você vira o alvo.
King of Tokyo é um ótimo jogo de entrada, por ser bonito na mesa, usar dados e apresentar mecânicas de gerenciamento de recursos e compra de cartas. Sem falar que é divertidíssimo.
Duração: 1 hora e 30 minutos.
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Grande abraço e até a próxima Quarta-feira ao meio-dia.
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