Texto publicado originalmente no meu blog Images and Words em 20/02/2015.
Embora eu não tenha conseguido escrever durante esses últimos meses, foram muitas as estreias de jogos (e repetições de tantos outros). Sem contar a coleção que não para de crescer e, portanto muitos jogos ainda para estrear!
Dos mais “antigos”, ou seja, até mesmo antes do último post, e que ainda não consegui escrever a respeito tem-se os jogos: Alhambra, 7 Wonders, Lost Cities, Stone Age, The Pillars of the Earth, Catan, Ticket to Ride Europa, Tsuro e King of New York. Entre outubro e dezembro, foram jogados: Jamaica, 7 Wonders com a expansão Leaders, Fairy Tale e Coup entre tantas outras repetições.
Já nas férias, foi uma festa de novos jogos, e que prontamente foram para a mesa (por mais de uma vez): Qwirkle, King of New York, Kingsburg, Ticket to Ride 10th Anniversary Edition, Camel Up, Machi Koro, Splendor, Takenoko, River Dragons, Augustus e por fim o mais recente, Metrocity.



O ano de 2014 marcou como o primeiro ano que comecei a comprar efetivamente jogos de tabuleiro moderno, e que comecei a jogar esses jogos com as minhas filhas. Ao todo foram jogados 31 jogos diferentes desde então, sendo 20 em 2014 e 11 em 2015.
Eu tenho percebido um crescimento constante no interesse das duas para jogar jogos, e isso tem nos proporcionado frequentes momentos gostosos de interação. E ao mesmo tempo tem sido um grande aprendizado tanto para mim quanto para elas. Lidar com as frustrações delas ao perderem, para que não cheguem num nível que o jogo deixe de ser uma coisa gostosa. E, portanto na influência que isso tem no meu jogo, do quanto eu devo “deixar” elas ganharem, para aumentar a autoconfiança delas e porque embora ganhar não seja fundamental, muitas vezes é muito importante. E também com a competição entre elas que me coloca sempre na berlinda.

